terça-feira, 20 de novembro de 2007

Bilhetinho pra você


   


Ontem em meio a  escuridão, a lua foi meu consolo naquela noite fria
Sentia meu peito explodindo de saudades
Teus beijos, já não os tenho.
Teus abraços, já não me aquecem mais.
Abro os olhos e tudo me lembra você
Cabelos ao vento,
Céu estrelado,  tardes ensolaradas
As praça, as ruas
Os beijos apaixonados dos amantes
As brincadeiras, as mãos dadas, os sorrisos
Meu amor eu preciso te dizer que sem você não sei viver.

Um comentário:

Pherun disse...

Que gesto singelo e humano de se encantar alguém: um bilhete, uma carta. Ainda mais quando é de amor, em que linhas são testamentos de cumplicidade de sentimentos, de amor, de amizade.

"Para sempre é muito tempo. O tempo não pára! Só a saudade é que faz as coisas pararem no tempo..." (Mário Quintana)

"...saudade,
essa por sinal tão imensa e infinita quato o infinito..."
Que passagem bonita!

Esse sentimento é verdadeiramente único. É testificador de que se gosta de alguém. É também proporcionador de choro porque quando se tem saudade as lágrimas correm, vem facilmente.

"Guarda estes versos que escrevi chorando como um alívio a
minha saudade, como um dever do meu amor; e quando houver
em ti um eco de saudade, beija estes versos que escrevi chorando."
(Machado de Assis)
... acho que essa passagem diz muito bem o que quiseste transmitir neste poema!
Parabéns, Tâmara!
=*